LIVRO: El Fin y Los Medios, de Aldous Huxley

HUXLEY CAPA O FIM E OS MEIOS

ACESSE O LIVRO NO ISSUU.

ACESSE EM AUDIOLIVRO NO TARINGA.

“(…) En abril de 1937, los Huxley abandonan su residencia en Francia y, en compañía de su amigo Gerald Heard, parten hacia los Estados Unidos en busca de una universidad en la que pueda estudiar su hijo. Prevén permanecer nueve meses en el país, pero terminará siendo una estancia para toda la vida. A su llegada realizan un viaje en coche por varios estados norteamericanos, para acabar en la finca que el difunto Lawrence tenía en Nuevo México, donde pasan el verano y Huxley concluye El fin y los medios (Ends and Means, 1937), ágiles ensayos en los que describe su credo pacifista, que ya había defendido en la última parte de Ciego en Gaza. (…)”

 

Sobre Aldous Huxley

Aldous Leonard Huxley  (26 de julio de 1894, Godalming, Surrey, Inglaterra22 de noviembrede 1963, Los Ángeles, California, Estados Unidos) fue un escritor británico que emigró a los Estados Unidos. Miembro de una reconocida familia de intelectuales (véase familia Huxley), es conocido por sus novelas y ensayos, pero publicó también relatos cortos, poesías, libros de viaje y guiones. A través de sus novelas y ensayos, ejerció como crítico de los roles, convenciones, normas e ideales sociales. Se interesó, asimismo, por los temas espirituales, como la parapsicología y el misticismo, acerca de las cuales escribió varios libros. Se le considera uno de los más importantes representantes del pensamiento moderno.

Anúncios

Mike Wallace entrevista Aldous Huxley (1958) – Legendado – Completo

Entrevista 18 de maio de 1958

Aldous Huxley (1894 — 1963) foi um escritor inglês e um dos mais proeminentes membros da família Huxley. Passou parte da sua vida nos Estados Unidos, e viveu em Los Angeles de 1937 até à sua morte, em 1963. Huxley produziu um total de 47 livros ao longo de sua vida entre os quais está o famoso “Brave New World”, “Admirável Novo Mundo”.

Os artigos 18º e 19º da Declaração Universais dos Direitos Humanos, que garante a todos liberdade de questionar respeitosamente a crença alheia que usamos em nossas publicações, ao contrário do que você pensa, contribui ainda mais para assegurar esta liberdade. E todos têm liberdade de averiguar se o que articulamos é verídico e procedente. Respeitar as diferenças não significa concordar com elas.

 

 

LIVRO: Identidade, branquitude e negritude – contribuições para a psicologia social no Brasil: novos ensaios, relatos de experiência e de pesquisa

CEERT lança a coletânea “Identidade, branquitude e negritude – contribuições para a psicologia social no Brasil: novos ensaios, relatos de experiência e de pesquisa”

O racismo institucional, a pertença religiosa, a literatura, os processos de exclusão de crianças e adolescentes quilombolas e a complexidade do corpo negro são temas tratados nesta publicação de forma articulada, com a dimensão identitária das relações raciais, por diferentes autoras e autores, por meio de relatos de experiências profissionais, estudos teóricos e ensaio.

O objetivo é focalizar a complexidade da identidade racial de brancos e negros, afetada diretamente pelo sistema de relações raciais vigente, em que a desigualdade e a exclusão racial são agudas, e brancos e negros são colocados em lugares simbólicos e concretos extremamente diferentes, não raro antagônicos, muitas vezes vendo a si próprios e ao outro de maneira distorcida, o que favorece o tensionamento entre os grupos, bem como a permanência do quadro das desigualdades.

A compreensão da dimensão subjetiva e de seus meandros pode propiciar uma leitura mais profunda do contexto racial em que estão inseridos os diferentes grupos, criando condições para a construção de uma sociedade mais igualitária e democrática.

Maria Aparecida da Silva Bento

Fonte : CEERT